Quais são as dificuldades encontradas pelos advogados e pelas advogadas em início de carreira?

Olá queridos seguidores, tudo bem com vocês? Hoje eu vou trazer um artigo muito importante, mas, além do artigo com dicas especiais, vou disponibilizar a cada semana 01 aula de cada módulo do meu Curso on line – Manual de uma Jovem Advogada! Aproveitem…

Então, a dica e o vídeo de hoje será sobre os principais obstáculos enfrentandos pelos jovens advogados. Espero muito que gostem! Segue o vídeo, que disponibilizei para vocês em meu Canal do Youtube – Direito Sem Aperreio:

Aproveitem e se inscrevam em nosso Canal!

Quais são as dificuldades dos advogados em início de carreira e como trabalhar para evitá-las?

São inúmeras e infinitas as dificuldades encontradas pelo advogado e pela advogada em início de carreira. Começamos com os altos valores de anuidades, que mesmo possuindo desconto na anuidade nos primeiros anos, ainda fica bem oneroso.

Além disso, temos gastos com o certificado digital e os gastos para manter um escritório, por exemplo. Outra grande dificuldade é competir com grandes escritórios, que já detêm de renome, profissionais com experiência, além de vários contratos fixos.

Entramos em um ramo que somos proibidos de vender nossos serviços, por conta da vedação no Código de Éticas, então, já precisamos entrar no processo com olhar inovador, para não ficarmos para trás. 

Ainda temos um forte corporativismo dentro da própria ordem, que muitas vezes indica conselheiros e presidentes de comissões sem o mínimo critério, o que prejudica ainda mais o crescimento do jovem advogado. O que vocês acham sobre isso?

Não bastando as dificuldades citadas, ainda enfrentamos a dificuldade de não termos prática na realização de uma audiência de instrução, de como ir conversar com um magistrado sobre um processo, quais as teses devemos usar em certos casos.

Por isso, fica aqui uma dica valiosa: faça um laço de amizade com seus professores, tenham parceiros na advocacia em que você possa tirar uma dúvida ou mesmo dividir uma causa. Eu tenho vários amigos que todos os dias agradeço imensamente pela ajuda que me dão na advocacia!

E por falar em dividir causa, vocês fazem contrato de parceria? Quanto dividem uma causa? Vamos analisar estes assuntos!

A Importância de um contrato de parceria 

Já imaginou a situação? Você prospecta um cliente, convida um colega para trabalhar em parceria na causa e este colega apenas recebe o dinheiro e não ajuda em nada no processo?

Ou mesmo, você é convidado para fechar parceria com um colega, faz a maior parte do trabalho e na hora d receber os honorários de parceria ou mesmo de indicação este colega não lhe paga?

Sem contrato você não tem como executar a dívida. Por isso, fiquem atentos a esta dica valiosa.

Do Percetual de indicação

Não deve ser novidade para vocês os honorários de indicação, mas quanto vocês repassam? Lembram de realizar o contrato? Infelizmente não podemos e nem devemos confiar em todos os nossos colegas, mas, para aliviar esta problemática, façam contratos.

Além disso, qual o percentual de indicação que vocês trabalham? Eu por exemplo, se vou dividir uma causa, costumo fazer meio a meio (50%-50% – se for para trabalhar junto, metade dos problemas também), mas se for uma causa ambiental, que é mais complexa, já trabalho com outros percentuais. Como vocês têm trabalhado isso?

Em minhas consultorias e pareceres ambientais, costumo repassar um percentual bem menor de indicação, haja vista a complexidade que encontramos nesta área.

Advogado geral ou especialista?

Ouvi uma frase que jamais irá sair da minha cabeça: você será conhecido (a) por sua especialidade, ninguém lembra do generalista! O que vocês acham desta frase? Concordam?

Se posso dar algum conselho para quem está começando, seria pensar no que mais lhe faz bem, ou que traz dinheiro, seja lá o que te motiva, apenas foque! O foco e planejamento são a chave para o sucesso! Planeje sua carreira, sua área de atuação. 

Tenha bons contatos na faculdade, com seus professores, colegas de trabalho e profissão. Confie neles e não tenha vergonha de tirar dúvidas e ajudá-los, o conhecimento é constante e não para.

O profissional de hoje tem que ser versátil, atender as demandas de pessoas físicas e jurídicas da mesma forma. Ser humilde quando não souber a resolução dos problemas (sim, nós somos humanos e não um computador pensante que sabe decorada todas as leis).

Pesquise advogados (as) de sucesso, o que fizeram para chegarem ao topo. Suas técnicas, e principalmente suas estratégias de marketing, isso é fundamental em tempos de competitividade acirrada e mercado de trabalho escasso. Desenvolva competências, se aperfeiçoem!

E aí, gostaram do artigo e da vídeo aula de hoje? 

Já teve vontade de fazer a visita guiada ao Congresso Nacional?

Olá queridas seguidoras e queridos seguidores, tudo bem? Quem nunca teve aquela vontade de conhecer o Congresso Nacional, Senado e Câmara dos Deputados? Eu, quando cursava Direito, tive a oportunidade de ir a minha primeira vez à Brasília/DF e conhecer o Congresso ainda na faculdade.

Mas, como sei que esta minha oportunidade foi algo diferenciado e nem todo mundo tem a chance de conhecer o Congresso Nacional de perto, viajei agora em junho de 2019 para apresentar um artigo científico, no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (tema de um próximo vídeo aqui no Canal), e aproveitei para fazer a visita pela terceira vez (sim, é muito legal), e desta vez trazer os bastidores para vocês. Espero que gostem!

Com isso, disponibilizo o vídeo em nosso Canal do Youtube, com a visita guiada ao Congresso Nacional.

Do Congresso Nacional

Acho que todo, ou quase todos os brasileiros já deram uma espiada nos corredores do Congresso Nacional, rincipalmente quando sai aquela chamada jornalística de última hora!

Por isso, irei passar algumas informações importantes para quem tem interesse em fazer a visita guiada ao Congresso Nacional: a primeira, é que qualquer pessoa pode fazer a visita ao Congresso Nacional – Senado e Câmara dos Deputados.

Olhem antes no site e vejam os dias que a visita acontece!

Desta forma, o programa de visitas ao Palácio do Congresso Nacional funciona segundas, quintas, sextas, finais de semana e feriados, com entrada gratuita, das 9h às 17h30, com saídas de grupos a cada 30 minutos, a partir do Salão Negro.

A visita institucional percorre os Plenários das duas Casas, os Salões Verde e Azul, além do Túnel do Tempo do Senado e o Salão Nobre da Câmara dos Deputados.

A visita poderá ser cancelada por motivos de força maior e/ou questões de segurança. Nesses casos tentaremos avisar o responsável pelo agendamento com a maior antecedência possível. No entanto, devido a ocorrências de última hora, o cancelamento poderá ocorrer sem aviso prévio.

Das curiosidades sobre o Congresso Nacional

A maioria já sabe que o Congresso Nacional, em Brasília, é a sede do Poder Legislativo Federal, sendo composto por 02 (duas) casas: o Senado Federal e a Câmara dos Deputados.

O que a maioria não sabe, mas agora irão saber, é que existe uma linha imaginária que separa o Congresso em dois, ou seja, fica uma cúpula para cada lado. Assim, o lado direito (com a cúpula maior, voltada para cima) é o lado da Câmara. Já o lado esquerdo (o da cúpula menor e de cabeça para baixo) é o lado do Senado.

Desta forma, existem alguns salões que funcionam como área comum para as duas casas, como o Salão Negro (local em que fui recepcionada para a visita) e o Salão Branco, o Salão Verde e a Chapelaria (onde a visita foi encerrada).

Outra curiosidade da visita, é que o Congresso Nacional está repleto de obras de artistas brasileiros, fazendo parte do acervo principal, obras de artistas ilustres como Athos Bulcão, Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Di Cavalcanti e Burle Marx.

Esta parte da visita também é muito interessante para os amantes das artes!

Da Câmara dos Deputados

A visita se inicia com um curto vídeo, sobre a história da construção de Brasília e do Congresso. Em seguida, a visita segue para o Salão Verde e o Plenário Ulysses Guimarães.

E muito provavelmente, você já deve ter visto o Salão Verde pela televisão, pois nele está a área de circulação, onde os repórteres ficam esperando os congressistas para entrevistas (se não viram, no vídeo mostra tudo isso!).

Outra curiosidade é sobre os assentos da Câmara, pois são apenas 396 assentos, além de dois outros lugares adaptados para pessoas com deficiência. Todavia, não são 513 deputados (pelo menos deveriam ter todos estes trabalhando)? Pois é, são 513 parlamentares, mas apenas 396 assentos! Será que desde o planejamento já contavam com as faltas desse pessoal nas sessões plenárias?

Do Senado Federal

A visita guiada passa pelo Salão Azul, o Gabinete do Presidente do Senado e o Plenário. Sendo que o Salão Azul é bem menor do que o Salão Verde e também menos impressionante, porém, a função é basicamente a mesma: conceder entrevistas aos jornalistas!

Assim, o Plenário do Senado, comparado ao da Câmara dos Deputados é bem menor, até pelo número menor de congressistas na casa, que são apenas 81.

Por lá, os 3 senadores de cada estado deveriam ficar sentados juntos, para que possam discutir mais facilmente os assuntos de interesse de cada unidade federativa. Porém, sabemos que nem sempre eles estão por lá, como dá para perceber no vídeo que fiz na minha visita guiada ao Senado, rs.

Vejam no vídeo que a cúpula do Senado é linda, com uma arte moderna e muito iluminada! Ainda tem os desenhos no carpete azul royal, embaixo da mesa do Senado, que foram idealizados por um funcionário de serviços gerais, chamado Clodoado Silva. Vocês já devem ter visto nas sessões, a bandeira do Brasil! E aí, gostaram da dica de hoje?

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Qual a importância de fazer parte de uma Comissão Temática da OAB?

Olá queridas seguidoras e queridos seguidores, tudo bem com vocês? Hoje eu trago mais uma dica para a Jovem Advocacia: a importância de fazer parte de Comissão Temática da Ordem dos Advogados do Brasil!

Mas, antes de adentrarmos ao tema, gostaria de explicar para vocês o que é uma Comissão Temática, e, disponibilizar o vídeo de hoje do Canal, que gravei na minha posse, como membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB/CE:

O que é uma Comissão Temática da OAB e qual a sua importância?

As Comissões Temáticas são órgãos de assessoramento da Ordem dos Advogados do Brasil, e a importância de participar delas é que você pode unir áreas conexas da sua atuação jurídica, como por exemplo: Direito Ambiental e Direito Urbanístico, ou, Direito Ambiental e Direito Tributário, ou, até mesmo Direito Ambiental e Direito Marítimo.

Estão percebendo como é importante estar dentro dessas Comissões?

Eu venho conversando com vocês há um tempo, em relação a quantidade de advogados e advogadas que estão entrando no mercado de trabalho. É uma quantidade assustadora! Todo semestre, milhares de novos advogados e novas advogadas entram no mercado de trabalho, sem uma base bem-feita na faculdade. E digo isso pelo motivo de não aprendermos como advogar na prática, como devemos nos portar em uma reunião, como prospectamos clientes seguindo o Código de Éticas, como confeccionamos um bom contrato, dentre outras coisas.

Na faculdade interpretamos leis, aprendemos estruturação de peças, fazemos uns atendimentos gratuitos, mas, a advocacia do futuro é bem diferente, e se você não estiver preparado (a) o mercado irá te engolir.

O que ganhamos participando de Comissão Temática da OAB?

Vou falar especificamente do meu caso concreto: logo que tirei minha carteira da Ordem já solicitei fazer parte de algumas Comissões, que, na época me pareciam bacanas. E, óbvio que uma delas foi a área que eu já atuo e possuo especialização: Direito Ambiental.

O que posso dizer que ganhei participando? Bem, fiz vários pareceres jurídicos, que me fez melhorar a escrita jurídica, me proporcionando, inclusive, artigos jurídicos científicos. Assim, publiquei bastante na área de estudo do Direito Ambiental, participei de reuniões com líderes de movimentos ambientais e fiz um networking maravilhoso.

Tal networking me proporcionou convite para Palestras, Seminários e até ministrar aula em Pós-graduação. Isso gera autoridade no mercado, melhora a sua renda e, aumenta suas áreas de atuação jurídica.

Além disso, você fecha inúmeras parcerias profissionais, haja vista que alguns colegas não atuam na sua área de expertise e você acaba sendo indicado (a) para advogar em parceria, ou por indicação, alavancando sua carreira!

Isso se dá pelo fato da advocacia estar mudando: hoje os generalistas ainda sobrevivem, mas estão melhorando seus processos e dividindo os seus escritórios em áreas de atuação, por exemplo: em cada área de atuação existe um (a) especialista, tornando a advocacia generalista mais atrativa.

Existem grandes bancas de escritórios generalistas, não podemos negar. Mas, o que estamos vendo são advogados (as) se especializando cada vez mais em áreas específicas do Direito, os chamados advogados (as) especialistas, e, até mesmo, já se hiperespecializando, o que chamamos de advogados (as) hiperespecialistas.

E o que seria isso? Dentro da minha área de atuação, surgem advogados (as) hiperespecialistas em Compliance Ambiental, em Licenciamento Ambiental, em defesa de Crimes Ambientais, dentre outros.

Ainda não me formei, posso participar de Comissões da OAB?

Aqui na OAB/CE existe um programa de membro voluntário, que seria aquele membro que ainda não é advogado e nem advogada, mas que ingressa com o pedido de participação voluntária nas Comissões.

Particularmente, acho bem interessante, haja vista que isso pode te render um estágio, uma mentoria com algum profissional que você se identifique, artigos científicos e muito mais!

Conclusão

Por fim, para advogados e advogadas recém-formados (as) é muito importante participar de alguma Comissão, pois pode ser uma ótima oportunidade de conhecer profissionais da área, trocar experiências, e, quem sabe um grande passo para formalizar a sua autoridade jurídica e dar ideias de especialização.

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Dia Internacional da Mulher

Obrigada Comunidade @Jusbrasil por nos proporcionar qualidade em notícias, artigos, dicas, jurisprudências e ainda por cima, abrir espaço para alavancarmos nossa carreira. É uma honra fazer parte, indiretamente, deste time!

Nessa última sexta-feira (08/03), Dia Internacional da Mulher, reunimos três das melhores autoras de nossa comunidade para compartilharem suas experiências, desafios e conquistas no mercado da advocacia.

Lorena Lucena, advogada, compartilhou conosco que na advocacia diária, se depara com enfrentamentos dos mais extremos aos mais simples, como por exemplo: fazer uma reunião com clientes, pois muitos já verbalizaram que ficavam inseguros por quando confiavam suas questões a uma advogada e não a um advogado.

O que vejo na atualidade são muitas colegas advogadas empreendendo na profissão, o que me deixa extremamente orgulhosa, pois, precisamos nos mostrar para o mercado e acabar com a falsa ideia de que mulher não pode ser protagonista em sua carreira.

Ela contou que tem algumas inspirações de advogadas que são donas de escritórios e estão à frente da delegação de tarefas e carta de clientes, gerindo cédulas em empresas, ministrando cursos e palestras, dando aulas, o que a fez ter coragem de ser dona do seu próprio negócio, abrir seu escritório, se tornar empreendedora, palestrante, consultora, escritora, empreender na advocacia, agregando diferencial ao mercado jurídico.

Embora ainda existam diversos desafios no mercado jurídico é perceptível que muitas mulheres têm alcançado posições de destaque, como essas e tantas outras profissionais do direito. Isso vem servindo de exemplo para a sociedade e evidenciando que o gênero não tem qualquer relação com a capacidade profissional.

Em nossa conversa com Raisa Matos, também advogada, ela afirmou:

as mulheres já se mostram bastante atuantes no mercado de trabalho, no entanto, a discriminação ainda é recorrente e os desafios constantes ainda precisam ser superados a cada dia.

Segundo ela, a forma de contratação dos escritórios de advocacia – que em nada garantem os Direitos Trabalhistas – e o preconceito sofrido pelas mulheres durante a contratação, em assuntos que vão desde o recebimento de menores salários até a proteção a maternidade (licenças, estabilidades etc.), faz com que as mulheres precisem ser criativas para transpor esses impasses e para desenvolver nossa vida pessoal e profissional.

Nunca me contentei com pouco nem me acomodei com essas questões de mercado. Diante das dificuldades enfrentadas, o Jusbrasil foi fundamental para mudar essa realidade e dar os primeiros passos como empreendedora, para criar e gerir o meu próprio escritório e para ser respeitada na minha área de atuação.

Recebemos ainda o depoimento de Suely Van Dal. A advogada considera o machismo estrutural como o problema que reina em todos os ambientes, e no mundo jurídico não é diferente.

Hoje a mulher se capacita, faz cursos, se especializa, adquire experiência e mesmo assim é vista de forma diferente durante o exercício da sua profissão. É julgada pela roupa que veste, pela maquiagem, pela postura frente aos demais, e muitas vezes considerada menos capaz simplesmente por ser mulher. Mas não somente por parte dos colegas de profissão, os clientes muitas vezes não têm o devido respeito e confiança no trabalho de uma advogada.

Para ela, o grande desafio é fazer a sociedade entender que gênero não limita capacidade ou comprometimento.

Nós do Jusbrasil ficamos felizes em fazer parte da trajetória dessas profissionais e damos nosso apoio a todas as mulheres que enfrentam diariamente os desafios desse mercado.

O Direito e a exposição da imagem: será que os influenciadores jurídicos são mesmo o que vendem por aí?

Olá seguidores, tudo bom? Deixo claro que este post é uma reflexão da minha percepção do mundo jurídico, não condeno e nem admiro (nem um pouco) quem faz estas práticas. Cada qual no seu quadrado! Então, passo a análise da minha reflexão dos últimos tempos da minha tão amada profissão!

As redes sociais são ferramentas poderosas, tanto para alavancar a sua advocacia, como para criar referências ilusórias. Por isso, dedico o post de hoje para alertar, principalmente os jovens advogados, que nem tudo o que está nas redes sociais é o que parece ser.

Ultimamente venho acompanhando alguns perfis com inúmeros desafios, uns são muito bons, pois engrandece discursões e abrem leques para analisar o direito, não apenas no que se refere às leis, mas analisar a área jurídica com letras de músicas, filmes, séries, dentre outros, todavia, venho percebendo uma movimentação nada saudável em outros desafios.

São coisas como: desafio do look do dia, da meia, de quem tem mais seguidores, quem tem mais curtidas e engajamentos. Mas vou te contar um segredo, que espero que leve para a sua vida inteira: curtida não é venda e não dá dinheiro!

Gravei até um vídeo para vocês, confiram:

Defendo que devemos sim ter cuidado com a nossa imagem profissional, porém, a imagem deve ser agregada ao conteúdo, e a uma advocacia inovadora, que traga resultados, principalmente para os seus clientes.

Tenho ouvido histórias de jovens advogados que estão se endividando para comprar roupas caras e parecer com os “mitos” e “referências jurídicas” que têm surgido por aí. Tenham cuidado!

Invistam em cursos, livros, material de estudos, em roupas que você possa pagar e que se sinta bem! Escutem o que eu vos digo: esta venda de imagem de profissionais de sucesso não vai durar muito tempo! Só os bons irão se destacar e continuar na caminhada, até porque, uma blusa de R$ 500,00, um sapato de R$ 800,00, um celular caríssimo, fotos blogueiras, NÃO GANHAM CAUSA! Causa se ganha com estudo, especialização, dedicação, comprometimento!

Então, não se deixem enganar com as falsas imagens das redes sociais, para que não ocorra o que tem acontecido com muitos colegas: frustração! Muitos estão desmotivados por que vêm um colega no carro do ano, em uma foto no Hotel sensação, vestindo uma roupa de grife (recebida por uma loja que está patrocinando o profissional), mas tenham em mente uma coisa: não vai ser isso que vai te fazer ganhar a ação no final do processo!

Não desanimem, meus caros! A advocacia é um meio lindo, basta você fazer dela um negócio e se especializar. Os bons ficarão, os “mitos” cairão! Vou lançar um desafio: vamos crescer junto comigo? Participem da seleção de novos colunistas do meu blog e façam como alguns colegas que já me enviaram seus artigos: Apareçam na Newsletter do Jusbrasil e no topo das pesquisas do meu blog. Saibam mais:

Espero que esta reflexão ajude a acalmar o coraçãozinho de vocês e contem sempre comigo! Enquanto isso, siga-nos em nossas redes sociais:

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